O cultivo doméstico de cannabis medicinal foi legalizado na Argentina.

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O cultivo doméstico de cannabis medicinal foi legalizado na Argentina.

O governo legalizou o cultivo autossuficiente e controlado de cannabis medicinal na Argentina, bem como o acesso a óleos ou derivados em farmácias autorizadas.

Esta notícia marca uma mudança paradigmática no panorama local, após anos de proibição global total. Até agora, a posse de sementes e plantas, mesmo em privado e para uso pessoal ou terapêutico, era punível pela lei de drogas (23.737) com até 15 anos de prisão. Pelo menos no aspecto médico, essa regulamentação significa o fim dessa injustiça.

Por meio do decreto 883/2020, publicado no Diário Oficial, foi anunciada uma nova regulamentação da lei 27.350 sobre o uso medicinal da cannabis.



Ele REPROCANN O Cadastro do Programa de Cannabis é o programa que o Ministério da Saúde implementará para cadastrar pacientes ou organizações que utilizam cannabis medicinal na Argentina. Os usuários podem se cadastrar para uso medicinal, terapêutico e/ou paliativo para o tratamento da dor. Também podem se cadastrar para obter autorização de cultivo, seja por conta própria, por meio de um familiar, de um terceiro ou de uma organização civil autorizada pela Autoridade Implementadora. De acordo com o documento oficial, os usuários cadastrados devem possuir prescrição médica e ter assinado um termo de consentimento.

Segundo o governo, as novas regulamentações foram concebidas para proporcionar uma resposta equilibrada entre o direito à saúde e a segurança sanitária. Elas também promovem a criação de uma rede de laboratórios públicos e privados associados para garantir o controle de qualidade dos produtos fabricados.

Restrições ao uso medicinal da cannabis na Argentina

Os limites quanto ao número de plantas permitidas em cada residência ou sede de organização ainda não foram definidos. Espera-se que o Ministério da Saúde elabore em breve regulamentações específicas.

A preocupação das autoridades da REPROCANN e do Ministério da Saúde centra-se não tanto na quantidade, mas sim na qualidade dos produtos dessas culturas. Espera-se que as resoluções ministeriais estabeleçam um limite máximo quanto à proporção de suas duas principais moléculas: THC, que proporciona psicoatividade e, portanto, não é permitido o uso medicinal em muitos países, e o CBD ou canabidiol.

O Estado garantirá atendimento gratuito para aqueles que não possuem previdência social ou plano de saúde privado, e para aqueles inscritos em programas específicos de organizações públicas.

“É imprescindível criar um quadro regulamentar que permita o acesso oportuno, seguro, inclusivo e protetor para aqueles que precisam usar cannabis como ferramenta terapêutica”, destacou o Executivo no Diário Oficial.

As novas regulamentações nacionais surgem após a antecipação, ontem, do debate de hoje na Assembleia Legislativa de Buenos Aires sobre o projeto de lei que regulamenta o uso medicinal da cannabis na cidade de Buenos Aires.

A Argentina, com seu clima e solo, possui um enorme potencial em um negócio que gera milhões de dólares em receita tributária para os Estados Unidos e Canadá, além de criar milhares de empregos. Isso não é celebrado apenas por ativistas, usuários e investidores. A regulamentação da cannabis também representa um passo seguro na luta contra o narcotráfico e o mercado negro.

Fonte: Clarim

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